O médico que fatura bem, mas lucra mal
Existe uma leitura tributária correta para o serviço médico. A maioria simplesmente nunca foi avaliada.
Todo mês, um médico de verdade me diz a mesma frase, com palavras diferentes:
▎ “Eu faturo muito bem. Mas no fim das contas, sobra menos do que deveria.”
E quase sempre o problema não está no faturamento. Está na estrutura.
O que a gente mais vê é o médico faturando como médico, mas pagando imposto como uma empresa comum, porque não parou para olhar a natureza do que ele realmente faz.
É aqui que entra a equiparação hospitalar. E o nome engana: ela não é um “benefício de hospital”.
É a leitura correta do seu serviço à luz da lei, algo que, quando se aplica ao seu caso, pode mudar de forma relevante quanto você paga todo mês.
Repare na expressão: “quando se aplica ao seu caso”. Porque isso é o ponto.
Faturar bem não é a mesma coisa que lucrar bem. E a diferença entre os dois quase nunca está na planilha do contador, está na arquitetura jurídica e tributária por trás da sua PJ.
O seu contador vê o número. Mas quem olha o risco e a oportunidade da forma como você está estruturado hoje?
Não dá para responder isso por um texto genérico. Depende do seu regime, do tipo de procedimento, de como a sua atividade está montada. Por isso eu não chuto número, olho o seu caso.
E criamos uma porta de entrada simples e sem custo para isso:
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É uma avaliação individual: eu olho a sua situação e te digo, com critério, se existe oportunidade real de pagar menos de forma legal e quanto isso representaria no seu caso.
Sem promessa mágica. Sem compromisso. Só uma leitura honesta da sua estrutura, feita por quem cuida disso todos os dias.
Se você é médico PJ ou tem clínica e desconfia que paga imposto demais, vale 5 minutos para descobrir:
São poucas vagas.
Um abraço,
Gabriel Junqueira Sales

